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quinta-feira, 14 de junho de 2012

De boas intenções está o inferno cheio!

In Diário de Notícias: Ministério da Saúde quer inspeções às casas com bebés

"...Ver onde são guardados os medicamentos e os detergentes, como se protegem janelas e varandas ou que medidas são tomadas para evitar o risco de afogamento são alguns aspectos das projetadas visitas domiciliárias nos primeiros quatro anos de vida para avaliação de risco de acidente em ambiente doméstico e educação para a saúde/segurança."

Esta é da família daquela em que se iam multar os pais que fumassem dentro dos carros, com ou sem crianças dentro... Acho muito bem e aplaudo!

Entrem, entrem. Vejam lá se as janelas estão fechadas, os detergentes também estão fechados, sim. Dentro de casa ninguém fuma. Mas no outro dia a mais nova bebeu amaciador quando estava no banho, quando eu me virei para agarrar a toalha... Ah, também andou uma semana com uma coisa enfiada no nariz, sem darmos por isso... E já se baldou no terraço e lascou um dente e abriu o lábio... E agora, pagamos multa ou somos sinalizados? É negligência?

Pergunto se atestam também que as minhas filhas estão de boa saúde (já agora façam o servicinho completo), bem nutridas, se têm as pernas tortas e os dentes saudáveis. É que nós não temos médico de família!

E de caminho, espero que apareçam a uma hora em que as miúdas estejam em casa, pergunto se as vão observar. Que isto de andar a controlar condições de segurança tem muito que se lhe diga. Porque, senhores, há quem tenha os detergentes fechadinhos, as janelas fechadas e as tomadas protegidas, mas depois goste de dar uns tabefes valentes às crianças, para não falar em coisas piores. E também há pais que não alimentam bem as crianças e não é por falta de meios. E há pais que discutem violentamente à frente dos filhos. E tantas outras coisas más e tristes!... Quem vai a casa desses sem uma sinalização ou uma denúncia?

Pronto, mas se só vão ver se a casa é segura, tudo bem… Bom trabalho, sim?! E boa sorte!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Dicotomia

In Sapo.pt: Agência funerária assina protocolo com clube da Luz

1. Há empresas que estão sempre na vanguarda;

2. Há malucos para tudo...

Tenho admiração por todos!

quinta-feira, 29 de março de 2012

História boa…

Uma pessoa que quer e pode ajudar e fê-lo de uma maneira brilhante:

É isso mesmo...

quinta-feira, 8 de março de 2012

A Hemorragia ...

In Jornal i: Mais que criar, é urgente salvar empregos

Por Filipe Paiva Cardoso

(…) Se os 3 mil milhões – à imagem do que foi feito na saúde – fossem usados para saldar dívidas que o Estado tem acumulado perante milhares de fornecedores, quantas empresas passariam de “à rasca” para “viáveis”? E quantas empresas poderiam cancelar/reduzir reestruturações? E quantas passariam a ter as contas em dia? E quantos milhares de empresas poriam esse dinheiro a circular saldando, por seu turno, dívidas com os seus fornecedores ou trabalhadores? E quantos desses trabalhadores saldariam dívidas que os asfixiam? E quanto consumo razoável não seria retomado? Quanto dinheiro chegaria aos portugueses para melhorarem a sua situação ou continuarem com um nível de vida razoável? Com tudo isto, quantos empregos seriam salvos? É importante que se fale em crescimento e criação de emprego, mas, vendo a dimensão da hemorragia actual – todos os dias morrem centenas de empregos –, a prioridade não deveria ser estancá-la? Ou vamos continuar a fingir que não há milhares e milhares de empresas em risco iminente de fechar e arrastar para o fundo milhares de trabalhadores (e as contas públicas)?

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Até o bacalhau?...


Agora sim, a pieguice impõe-se! Vou ali chorar por uma posta de bacalhau assado, com batatas a murro, e muito azeite com alho!...

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Da pieguice e da ambição…


Porque “em cada aula que se dá, tudo pode mudar”.

Em 2012, vou lançar “mãos à obra”:

Vou explicar às minhas filhas que o Carnaval é uma tradição sem idade e sem sentido em tempos de crise. Por isso não há máscaras. Como não vão ter aulas nesse dia, vou trazê-las para o trabalho e dar-lhes uma lição de ambição: Se quiserem ser alguém na vida e fazer por este país, liguem o computador e produzam. Em quê? No que quiserem. Não têm nada para fazer? Inventem. Só têm 2 e 5 anos? Estão em boa idade de começar...

E no Natal, vou explicar-lhes que não há presentes. Estamos em crise e não há subsídios nem dinheiro. Lição: o Natal é uma data para juntar a família. O Bacalhau é caro e iguaria de outros tempos. A árvore de Natal é uma tradição laica do passado. O Pai Natal é uma raça em extinção. O menino Jesus, esse pode lá passar umas semanas, a ver se nos leva alguma esperança, já que presentes é coisa que não pode dar porque é pobrezinho.

Lamentações são coisas do passado. É preciso deitar mãos à obra e trabalhar, produzir e gerar riqueza. E essa riqueza, perguntarão elas, onde estará se trabalharmos muito? E terei se lhes responder que a ver essa riqueza a aparecer, só se for na ambição… Na ambição de cada uma delas.
E nada de pieguices! Que os tempos não estão para isso!

As simple as that...

In Jornal i, Opinião de Pedro Fernandes Antunes: Produção, agentes imobiliários e Carnaval

"(...) 3. Uma breve nota acerca da ponte do Carnaval e feriados: Parece-me incrível que ainda houvesse pessoas convencidas que esta podia/devia existir. Em tempos de crise temos de ser mais proactivos e antecipar os acontecimentos... nunca ficar reféns da decisão de externos. Já agora porque é que não mudamos completamente a forma de olhar para os feriados? Eliminamos todos e cada cidadão fica com uma bolsa de dias (por exemplo 5) para eventos religiosos e nacionais nos quais queira participar. Assim, judeus e muçulmanos podem celebrar os feriados da mesma maneira que católicos. Assim, cada um celebra os feriados que considera relevantes em vez de lhes serem “impostos” pelo Estado português ou pelo Vaticano."

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Eles comem tudo!...

Ainda a propósito das crianças desparecidas (nas Finanças)…

In DN, Opinião de Ferreira Fernandes: Criancinhas, fisco e almoços


"(...) Resultado, num ano desapareceram as tais 111 mil crianças. Crime fiscal, disse o Jornal de Negócios. Conclusão precipitada, acho eu. Permitam-me que traga para aqui o clássico Jonathan Swift. O irlandês é autor da célebre As Viagens de Gulliver, mas é de outra obra sua que falo. Depois do título Modesta Proposta (1729), seguia-se esta explicação: "Para impedir as crianças pobres na Irlanda de serem pesadas aos seus pais e ao seu País..." A obra foi escrita durante uma crise grave na Irlanda e a modesta proposta era, tão-só, comer os bebés: "Uma criança saudável na idade de um ano é um alimento delicioso, nutritivo e são..." Swift escreveu-a como sátira política, e até nos seus tempos foi entendida assim. Receio é que os contribuintes portugueses, médios e pobres, habituados que estão a que sejam sempre eles a pagar a crise, tenham levado Jonathan Swift à letra."

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Querido, encolhi o IRS!...

In Jornal de Negócios: Num só ano desapareceram do IRS 111 mil filhos

Será que à semelhança dos 117 mil beneficiários da Segurança Social que foram contactados para devolver prestações sociais pagas indevidamente, os pais destas pobres e desaparecidas crianças também vão ser notificados?

Ou será que os pais destas 111 mil crianças ainda não inscreveram nas Finanças os seus pequenos 'dedutores' de IRS?...

Estão explicados tantos cabelos brancos...

In Dinheiro Vivo: As 10 profissões mais stressantes em 2012

1. Soldado em situação de guerra
2. Bombeiro
3. Piloto de avião
4. General militar
5. Polícia
6. Coordenador de eventos
7. Relações públicas
8. Executivo Sénior
9. Fotojornalista
10. Taxista

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Sobre a Crise...

In Ecclesia: Bento XVI alerta para «crise ética» na Europa

Bento XVI afirmou hoje no Vaticano que a crise “económica e financeira” que afeta a Europa no final deste ano se “fundamenta na crise ética que ameaça o Velho Continente”.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Da Magreza...

Aposto que há um requisito para editoras e jornalistas que seguem a vida das jovens princesas europeias: invejosas e gordas.

Uma mulher pode ser magra e não ter problemas de saúde. Pode ser magra e conseguir engravidar sem problemas. Pode ser baixa e usar saltos altos sem que daí decorram problemas de coluna e afins. Uma mulher, por ser magra, pode vestir quase tudo o que lhe apetecer. E ostentar magreza não é pecado.

Deixem as magras em paz e dediquem-se às gordas. Vejam-lhes as análises, os perímetros abdominais, o estado das artérias, das articulações e terão muito mais material para trabalhar. E muito mais texto para escrever.
 

E a imprensa terá assim oportunidade de contribuir para uma das mais nobres causas do jornalismo: evidenciar a verdade em benefício de uma sociedade mais saudável.

As magras agradecem.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Os limites...

In Jornal de Notícias: Deputados brasileiros aprovam "lei da palmada"

Parece um caminho possível e necessário para evitar abusos e maus tratos infantis. Mas quem vai estabelecer e supervisionar o limite entre a palmada pedagógica e o efetivo mau trato?

Ontem à noite, lá em casa, houve umas quantas séries de palmadas num rabo rebelde, o que deu origem a birra e alguma gritaria. Poderia um vizinho meu fazer uma denúncia? E quando quem de direito fosse lá a casa e perguntasse à minha filha se eu lhe tinha batido e se ela respondesse afirmativamente?...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sorte...

In jornal de Notícias: Bebé engoliu pilha de lítio e já foi operado 18 vezes

Penso muitas vezes que o facto de as minhas filhas terem chegado inteiras à idade que chegaram, se deve não só aos cuidados que temos, mas também a muita sorte. Uma pessoa protege as tomadas, esconde objetos pontiagudos, esconde brinquedos com peças pequenas, tira os bancos de ao pé das coisas altas… Mas um minuto, um segundo de uma distração nossa chega-lhes para encontrarem qualquer divertimento ainda mais perigoso do que aqueles que podemos antecipar…

Lá em casa já tivemos ameaças de molas de cabelo engolidos, sapatos de Polly Pocket engasgados, batons comidos inteirinhos, canetas chupadas até não terem mais tinta, mesas com tampos de vidro trepadas, saltos acrobatas dos sofás para o chão, escaladas em estantes de livros, quedas na banheira… E sei lá quantas outras coisas terão ido parar àqueles estômagos sem termos dado por isso.

Todo o nosso cuidado não consegue competir com a imaginação das crianças. E por isso é que para além do cuidado, precisamos de sorte, muita sorte!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ideias...

In Dinheiro Vivo: Dez ideias estúpidas que renderam milhões


Há semanas que na minha cabeça fervilham ideias. Porque será que não me ocorre nenhuma ideia estúpida? Porque será que só me ocorrem ideias brilhantes...
Vivo com a pressão de uma ideia simples e brilhante. Mas vou incluir agora a estupidez nos meus brainstormings....

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

What?!?...

In Jornal de Notícias: Pais compram e vendem na Net pirulitos com vírus da Varicela

Há quem compre chupas lambidos por crianças com varicela...
Há quem compre cotonetes usadas...
Há quem compre roupas contaminadas...

Temos oportunidade de negócio.
Cotonetes e roupa contaminadas é mau demais... Mas um inocente, colorido e brilhante chupa?

Quantos chupas conseguirá a Madalena lamber numa hora? Se vender cada um a 30 euros e ela conseguir lamber 50 chupas, o que me parece bastante razoável (uma breve lambidela deve bastar), consigo 1500 euros! Nada mau!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Em tempos de crise...

In Jornal de Negócios:
 

Quem te avisa, teu amigo é!
 

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Desta acho que padeço um bocado...

In Diário de Notícias: Medo de ficar sem telemóvel já é considerado doença

Se é dos que vivem aterrorizados com a ideia de ficar sem bateria, rede ou saldo no telemóvel, saiba que isso pode ser uma fobia. E não é tão invulgar quanto possa parecer. No Reino Unido, uma pesquisa feita no The Royal Post constatou que 58% dos britânicos e 48% das britânicas sofrem deste problema, baptizado de nomofobia (que tem origem nas palavras em inglês No Mobile, ou seja, não ter o telemóvel ligado). Aliás, a nomofobia já aparecere na Wikipédia, definido como "uma fobia ou sensação de angústia que surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar ou se vê incontactável estando sem seu telemóvel".

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Aparcofia! Adorei apesar de não padecer...

"Aparcofia" é como se chama a esta dificuldade. Para muitos, é tão stressante como as compras de Natal. Um estudo feito nos seis maiores mercados europeus de automóveis revela que um em cada três condutores sofre deste mal.