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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Pricipezinho #2
"...As pessoas crescidas nunca entendem nada sozinhas e uma criança acaba por se cansar de lhes estar sempre a explicar tudo..."
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Assim é 'ficiente'!
Achei que tinha chegado o dia de ler o Principezinho à Teresa. Expliquei-lhe que era um livro com uma história muito bonita e com algumas lições importantes. Mas uma história comprida, dividida por capítulos. Por isso combinámos ler só alguns capítulos por dia.
Começou muito interessada, mas antes de terminar o 1º capítulo já estava agarrada a uma varinha mágica. Emprestei uma entoação mais teatral à leitura e ela lá se aguentou até ao fim do 2º capítulo, quando anunciou: Mãe, pronto, já vimos capítulos ficientes (suficientes)...
Perguntei: Não gostaste da história?
Respondeu: Gostei, mas assim é ficiente...
Como quem diz: fizeste disto uma história tão bonita e tão interessante e afinal isto é só palavras difíceis e ainda por cima com poucos desenhos. Se gostas tanto lê-o sozinha...
Enfiei a viola no saco (que é como quem diz, o livro debaixo do braço) e vim mesmo lê-lo sozinha...
Talvez Antoine de Saint-Exupéry me explique quando e como alguma coisa pode ser ficiente para uma criança...
Começou muito interessada, mas antes de terminar o 1º capítulo já estava agarrada a uma varinha mágica. Emprestei uma entoação mais teatral à leitura e ela lá se aguentou até ao fim do 2º capítulo, quando anunciou: Mãe, pronto, já vimos capítulos ficientes (suficientes)...
Perguntei: Não gostaste da história?
Respondeu: Gostei, mas assim é ficiente...
Como quem diz: fizeste disto uma história tão bonita e tão interessante e afinal isto é só palavras difíceis e ainda por cima com poucos desenhos. Se gostas tanto lê-o sozinha...
Enfiei a viola no saco (que é como quem diz, o livro debaixo do braço) e vim mesmo lê-lo sozinha...
Talvez Antoine de Saint-Exupéry me explique quando e como alguma coisa pode ser ficiente para uma criança...
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