- Boa tarde, fala a enfermeira do serviço. Estou a ligar para saber se podemos mudar a hora do seu exame.
- Sim, claro. Mas eu precisava de saber que dieta tenho de fazer antes do exame.
- Nenhuma, pois tem de vir em jejum.
- Sim eu sei. Mas nos dias que antecedem o exame, faço uma dieta com ou sem glúten?
- Faz a sua dieta normal.
- Mas eu não tenho uma dieta normal. E para poder a voltar a te-la, preciso que este exame dê um resultado. E para dar um resultado fiável sei que preciso de fazer uma dieta, só não sei qual delas e durante quanto tempo.
- Olhe, faça aquela que faz habitualmente...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Pricipezinho #2
"...As pessoas crescidas nunca entendem nada sozinhas e uma criança acaba por se cansar de lhes estar sempre a explicar tudo..."
Lição a reter:
Nunca enaltecer qualquer tipo de experiência adquirida relativamente a um segundo
filho, por se já ter tido um primeiro que deu mais ou menos trabalho.
É que quando o segundo filho, querido, meigo e bem comportado, entra na fase das birras, parece que afinal tudo falhou. Mas não. Vem nos livros. Naqueles que só lemos quanto tivemos o primeiro filho e por isso já não nos lembramos.
Diz o Brazelton, diz o Mário Cordeiro, diz o Luís Pinheiro… Todos passam por isso. Nós é que já não nos lembramos da dimensão do problema que isso gera nas nossas cabeças, associada à falta de paciência que temos agora. Porque o mais velho já faz poucas birras mas é muito exigente ao mesmo tempo que o mais novo se atira para o chão quase a auto mutilar-se porque… A banana se partiu ao meio e já não cola... Ou porque a gelatina é para comer depois da sopa e do prato…. Ou porque lhe tiramos da mão o ralo do bidé que insiste em por na boca…
Por isso, antes de o mais novo fazer dois anos, nunca mais dizer nada parecido com: com o primeiro fizemos assim e errámos, mas com o segundo fazemos assado porque já aprendemos…
Porque eles são uma caixa de surpresas que às vezes abrem momentos de caos incontrolável.
filho, por se já ter tido um primeiro que deu mais ou menos trabalho.
É que quando o segundo filho, querido, meigo e bem comportado, entra na fase das birras, parece que afinal tudo falhou. Mas não. Vem nos livros. Naqueles que só lemos quanto tivemos o primeiro filho e por isso já não nos lembramos.
Diz o Brazelton, diz o Mário Cordeiro, diz o Luís Pinheiro… Todos passam por isso. Nós é que já não nos lembramos da dimensão do problema que isso gera nas nossas cabeças, associada à falta de paciência que temos agora. Porque o mais velho já faz poucas birras mas é muito exigente ao mesmo tempo que o mais novo se atira para o chão quase a auto mutilar-se porque… A banana se partiu ao meio e já não cola... Ou porque a gelatina é para comer depois da sopa e do prato…. Ou porque lhe tiramos da mão o ralo do bidé que insiste em por na boca…
Por isso, antes de o mais novo fazer dois anos, nunca mais dizer nada parecido com: com o primeiro fizemos assim e errámos, mas com o segundo fazemos assado porque já aprendemos…
Porque eles são uma caixa de surpresas que às vezes abrem momentos de caos incontrolável.
O Tratamento do Silêncio...
Para alguns casais que eu conheço...
Um casal estava a ter alguns problemas e encontrava-se em fase de 'tratamento de silêncio'.O homem lembra-se de que no dia seguinte precisava que a mulher o acordasse às 5h00 da manhã pois tinha uma viagem de trabalho.
Não querendo ser o primeiro a quebrar o silêncio ( e perder), ele escreve num papel: 'Por favor acorda-me ás 5h00 da manhã'. E deixa o bilhete onde sabe que ela o encontrará.
Na manhã seguinte, o homem acorda e descobre que já são 9h00 e que perdeu o voo. Furioso,levanta-se e quando ia ver porque é que a mulher não o acordou, repara num pedaço de papel deixado na cabeceira da cama. O papel dizia: 'São 5h00 horas. Acorda!'...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Consciência Política?
Avó: Teresa, estás a tirar dinheiro da carteira da Avó?
Teresa: Sim, sou o Passos Coelho…
Mas quem é que anda a falar sobre isto com a minha filha?
Teresa: Sim, sou o Passos Coelho…
Mas quem é que anda a falar sobre isto com a minha filha?
Eles comem tudo!...
Ainda a propósito das crianças desparecidas (nas Finanças)…
In DN, Opinião de Ferreira Fernandes: Criancinhas, fisco e almoços
"(...) Resultado, num ano desapareceram as tais 111 mil crianças. Crime fiscal, disse o Jornal de Negócios. Conclusão precipitada, acho eu. Permitam-me que traga para aqui o clássico Jonathan Swift. O irlandês é autor da célebre As Viagens de Gulliver, mas é de outra obra sua que falo. Depois do título Modesta Proposta (1729), seguia-se esta explicação: "Para impedir as crianças pobres na Irlanda de serem pesadas aos seus pais e ao seu País..." A obra foi escrita durante uma crise grave na Irlanda e a modesta proposta era, tão-só, comer os bebés: "Uma criança saudável na idade de um ano é um alimento delicioso, nutritivo e são..." Swift escreveu-a como sátira política, e até nos seus tempos foi entendida assim. Receio é que os contribuintes portugueses, médios e pobres, habituados que estão a que sejam sempre eles a pagar a crise, tenham levado Jonathan Swift à letra."
In DN, Opinião de Ferreira Fernandes: Criancinhas, fisco e almoços
"(...) Resultado, num ano desapareceram as tais 111 mil crianças. Crime fiscal, disse o Jornal de Negócios. Conclusão precipitada, acho eu. Permitam-me que traga para aqui o clássico Jonathan Swift. O irlandês é autor da célebre As Viagens de Gulliver, mas é de outra obra sua que falo. Depois do título Modesta Proposta (1729), seguia-se esta explicação: "Para impedir as crianças pobres na Irlanda de serem pesadas aos seus pais e ao seu País..." A obra foi escrita durante uma crise grave na Irlanda e a modesta proposta era, tão-só, comer os bebés: "Uma criança saudável na idade de um ano é um alimento delicioso, nutritivo e são..." Swift escreveu-a como sátira política, e até nos seus tempos foi entendida assim. Receio é que os contribuintes portugueses, médios e pobres, habituados que estão a que sejam sempre eles a pagar a crise, tenham levado Jonathan Swift à letra."
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Querido, encolhi o IRS!...
In Jornal de Negócios: Num só ano desapareceram do IRS 111 mil filhos
Será que à semelhança dos 117 mil beneficiários da Segurança Social que foram contactados para devolver prestações sociais pagas indevidamente, os pais destas pobres e desaparecidas crianças também vão ser notificados?
Ou será que os pais destas 111 mil crianças ainda não inscreveram nas Finanças os seus pequenos 'dedutores' de IRS?...
Será que à semelhança dos 117 mil beneficiários da Segurança Social que foram contactados para devolver prestações sociais pagas indevidamente, os pais destas pobres e desaparecidas crianças também vão ser notificados?
Ou será que os pais destas 111 mil crianças ainda não inscreveram nas Finanças os seus pequenos 'dedutores' de IRS?...
Estão explicados tantos cabelos brancos...
In Dinheiro Vivo: As 10 profissões mais stressantes em 2012
1. Soldado em situação de guerra
2. Bombeiro
3. Piloto de avião
4. General militar
5. Polícia
6. Coordenador de eventos
7. Relações públicas
8. Executivo Sénior
9. Fotojornalista
10. Taxista
1. Soldado em situação de guerra
2. Bombeiro
3. Piloto de avião
4. General militar
5. Polícia
6. Coordenador de eventos
7. Relações públicas
8. Executivo Sénior
9. Fotojornalista
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